Descrição
Uma cachoeira em uma floresta escondida em uma caverna.
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Uma cachoeira em uma floresta escondida em uma caverna.
| Dimensões | 17 × 17 cm |
|---|---|
| Material | Cuia |
| Técnica | Acrílica sobre cuia com detalhe em macramê |
| Local | Santarém – PA |
“Infinito Particular” é um mergulho no cosmos interior, um convite a explorar a vastidão invisível que habita cada ser. A pintura traduz, em explosões de cores e texturas, o movimento orgânico das emoções e pensamentos que orbitam dentro de nós. As formas circulares e os respingos de tinta, ora caóticos, ora harmônicos, sugerem galáxias íntimas, […]
A Bailarina parece flutuar sobre o chão exibindo seu chamativo vestido vermelho.
“Andrógino” é uma obra que desafia convenções e celebra a fusão das dualidades. Formas fluidas e simétricas se entrelaçam, criando uma figura que transcende gêneros, simbolizando equilíbrio e unidade. Tons suaves encontram contrastes marcantes, refletindo a harmonia entre força e delicadeza. É uma peça que convida o espectador a repensar limites, abraçar a diversidade e […]
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“Em Vigia” é uma obra inquietante e hipnótica que nos mergulha em um universo de olhares sobrepostos, múltiplos e atentos. A tela é dominada por dezenas de olhos, cada um emoldurado por linhas sinuosas, quase labirínticas, que se expandem em espirais coloridas e parecem pulsar, como se cada olhar emanasse sua própria energia, estabelecendo territórios […]
“7 Flores” é uma composição que celebra a diversidade e a efemeridade da vida. Em meio a uma paleta vibrante, sete flores únicas desabrocham, cada uma representando um sentimento, uma estação ou um momento fugaz. As formas fluem entre o real e o abstrato, evocando a interação entre a natureza e o espírito humano. É […]
Cuias pintadas inspiradas na bandeira paraense (23×23 cm + 17×17 cm+ 6×4 cm).
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O título, “Hortência”, homenageia não apenas a beleza efêmera da flor, mas também sua resistência simbólica, capaz de florescer mesmo em solos difíceis. A obra é um convite a contemplar a natureza como um espetáculo de fragilidade e força, onde cada pincelada é um tributo à impermanência e ao esplendor do efêmero.
Caminho com pedras que levam ao pôr do sol de uma paisagem de árvores de pinheiros.
“Andrógino” é uma obra que desafia convenções e celebra a fusão das dualidades. Formas fluidas e simétricas se entrelaçam, criando uma figura que transcende gêneros, simbolizando equilíbrio e unidade. Tons suaves encontram contrastes marcantes, refletindo a harmonia entre força e delicadeza. É uma peça que convida o espectador a repensar limites, abraçar a diversidade e […]