Descrição
Caminho com pedras que levam ao pôr do sol de uma paisagem de árvores de pinheiros.
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Caminho com pedras que levam ao pôr do sol de uma paisagem de árvores de pinheiros.
| Dimensões | 17 × 17 cm |
|---|---|
| Técnica | Acrílica sobre cuia |
| Material | Cuia |
| Local | Santarém – PA |
A dama de vermelho aprecia a noite de Van Gogh, em contemplação externa e interna.
“Em Vigia” é uma obra inquietante e hipnótica que nos mergulha em um universo de olhares sobrepostos, múltiplos e atentos. A tela é dominada por dezenas de olhos, cada um emoldurado por linhas sinuosas, quase labirínticas, que se expandem em espirais coloridas e parecem pulsar, como se cada olhar emanasse sua própria energia, estabelecendo territórios […]
“Infinito Particular” é um mergulho no cosmos interior, um convite a explorar a vastidão invisível que habita cada ser. A pintura traduz, em explosões de cores e texturas, o movimento orgânico das emoções e pensamentos que orbitam dentro de nós. As formas circulares e os respingos de tinta, ora caóticos, ora harmônicos, sugerem galáxias íntimas, […]
Uma ode à terra e à ancestralidade, “Coité” é uma pintura que transpira organicidade e ritual. A tela se transforma em um campo de texturas brutas, onde as aplicações de cuinhas cruas emergem como veias pulsantes, entrelaçando-se à tinta em tons terrosos: ocres, marrons ferrugem e verdes pálidos, como a casca ressecada do fruto que […]
“CAOS” apresenta-se como uma explosão de energia visual, onde as cores e formas se entrelaçam de maneira intensa e imprevisível. O olhar é conduzido por linhas negras que serpenteiam pelo espaço pictórico, fragmentando e conectando manchas vibrantes de azul, vermelho, verde, amarelo, marrom e branco. Não há uma ordem evidente, mas sim um conflito contínuo […]
Cuias pintadas inspiradas na bandeira paraense (23×23 cm + 17×17 cm+ 6×4 cm).
A Bailarina parece flutuar sobre o chão exibindo seu chamativo vestido vermelho.
O título, “Hortência”, homenageia não apenas a beleza efêmera da flor, mas também sua resistência simbólica, capaz de florescer mesmo em solos difíceis. A obra é um convite a contemplar a natureza como um espetáculo de fragilidade e força, onde cada pincelada é um tributo à impermanência e ao esplendor do efêmero.
“Peixe de Escama” é uma obra que une pintura e elementos naturais, criando um diálogo sensível entre a arte e a matéria orgânica. O corpo do peixe, meticulosamente formado por folhas secas, revela uma textura única que remete à passagem do tempo e aos ciclos da natureza. Cada folha, com sua fragilidade e beleza própria, […]