Descrição
Transgressão recria o impacto da arte do indivíduo ausente de arte.
R$460,00
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| Peso | 0,51 kg |
|---|---|
| Dimensões | 50 × 40 cm |
| Material | Tela |
| Técnica | Óleo sobre tela |
| Local | Santarém – PA |
| Data da Criação | 01.01.2024 |
Cuias pintadas inspiradas na bandeira paraense (23×23 cm + 17×17 cm+ 6×4 cm).
“Infinito Particular” é um mergulho no cosmos interior, um convite a explorar a vastidão invisível que habita cada ser. A pintura traduz, em explosões de cores e texturas, o movimento orgânico das emoções e pensamentos que orbitam dentro de nós. As formas circulares e os respingos de tinta, ora caóticos, ora harmônicos, sugerem galáxias íntimas, […]
Caminho com pedras que levam ao pôr do sol de uma paisagem de árvores de pinheiros.
O título, “Hortência”, homenageia não apenas a beleza efêmera da flor, mas também sua resistência simbólica, capaz de florescer mesmo em solos difíceis. A obra é um convite a contemplar a natureza como um espetáculo de fragilidade e força, onde cada pincelada é um tributo à impermanência e ao esplendor do efêmero.
A Bailarina parece flutuar sobre o chão exibindo seu chamativo vestido vermelho.
“Desordenado” é uma obra que explora o caos e a beleza na imperfeição. Formas desarticuladas e linhas dispersas se entrelaçam em uma composição que parece fluir sem direção, desafiando a ordem tradicional. Cores intensas e fragmentadas se misturam, criando uma sensação de movimento constante, como se a obra estivesse em constante transformação. É uma reflexão […]
“Anos-luz 2” é um diálogo entre o espaço e o tempo, uma jornada visual que remete à vastidão do cosmos e às memórias douradas que atravessam a escuridão do universo. Com uma paleta que transita entre tons terrosos, dourados e negros, a obra sugere galáxias distantes, poeira estelar e rastros de luz que rompem o […]
“Em Vigia” é uma obra inquietante e hipnótica que nos mergulha em um universo de olhares sobrepostos, múltiplos e atentos. A tela é dominada por dezenas de olhos, cada um emoldurado por linhas sinuosas, quase labirínticas, que se expandem em espirais coloridas e parecem pulsar, como se cada olhar emanasse sua própria energia, estabelecendo territórios […]
A dama de vermelho aprecia a noite de Van Gogh, em contemplação externa e interna.