Descrição
Transgressão recria o impacto da arte do indivíduo ausente de arte.
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| Peso | 0,51 kg |
|---|---|
| Dimensões | 50 × 40 cm |
| Material | Tela |
| Técnica | Óleo sobre tela |
| Local | Santarém – PA |
| Data da Criação | 01.01.2024 |
Utilizado papel machê na representação de um arco íris espiralado. “Trio Arco-Íris” se apresenta como uma obra composta por três telas que, dispostas lado a lado, formam uma sinfonia visual de cores e movimento. O olhar percorre espirais entrelaçadas de papel machê, onde tons vibrantes de vermelho, amarelo, verde, azul e roxo fluem entre si, […]
Réplica do vaso cariátides da cerâmica de Santarém-Pará, Vasos de cariátides: São pequenos vasos simétricos, em forma de taça, com parte superior ligada à inferior por três cariátides antropomorfas. Nas bordas da parte superior estão afixadas outras figurações. Além da decoração incisa e ponteada, há abundante e rebuscada decoração plástica, com motivos antropomorfos e zoomorfos. […]
A dama de vermelho aprecia a noite de Van Gogh, em contemplação externa e interna.
Uma ode à terra e à ancestralidade, “Coité” é uma pintura que transpira organicidade e ritual. A tela se transforma em um campo de texturas brutas, onde as aplicações de cuinhas cruas emergem como veias pulsantes, entrelaçando-se à tinta em tons terrosos: ocres, marrons ferrugem e verdes pálidos, como a casca ressecada do fruto que […]
A Bailarina parece flutuar sobre o chão exibindo seu chamativo vestido vermelho.
O título, “Hortência”, homenageia não apenas a beleza efêmera da flor, mas também sua resistência simbólica, capaz de florescer mesmo em solos difíceis. A obra é um convite a contemplar a natureza como um espetáculo de fragilidade e força, onde cada pincelada é um tributo à impermanência e ao esplendor do efêmero.
“Em Vigia” é uma obra inquietante e hipnótica que nos mergulha em um universo de olhares sobrepostos, múltiplos e atentos. A tela é dominada por dezenas de olhos, cada um emoldurado por linhas sinuosas, quase labirínticas, que se expandem em espirais coloridas e parecem pulsar, como se cada olhar emanasse sua própria energia, estabelecendo territórios […]
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