Descrição
Cuia com fundo rosa e flores.
R$35,00
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Cuia com fundo rosa e flores.
| Dimensões | 17 × 17 cm |
|---|---|
| Técnica | Acrílica sobre cuia |
| Material | Cuia |
| Local | Santarém – PA |
“7 Flores” é uma composição que celebra a diversidade e a efemeridade da vida. Em meio a uma paleta vibrante, sete flores únicas desabrocham, cada uma representando um sentimento, uma estação ou um momento fugaz. As formas fluem entre o real e o abstrato, evocando a interação entre a natureza e o espírito humano. É […]
“Andrógino” é uma obra que desafia convenções e celebra a fusão das dualidades. Formas fluidas e simétricas se entrelaçam, criando uma figura que transcende gêneros, simbolizando equilíbrio e unidade. Tons suaves encontram contrastes marcantes, refletindo a harmonia entre força e delicadeza. É uma peça que convida o espectador a repensar limites, abraçar a diversidade e […]
Utilizado papel machê na representação de um arco íris espiralado. “Trio Arco-Íris” se apresenta como uma obra composta por três telas que, dispostas lado a lado, formam uma sinfonia visual de cores e movimento. O olhar percorre espirais entrelaçadas de papel machê, onde tons vibrantes de vermelho, amarelo, verde, azul e roxo fluem entre si, […]
“Infinito Particular” é um mergulho no cosmos interior, um convite a explorar a vastidão invisível que habita cada ser. A pintura traduz, em explosões de cores e texturas, o movimento orgânico das emoções e pensamentos que orbitam dentro de nós. As formas circulares e os respingos de tinta, ora caóticos, ora harmônicos, sugerem galáxias íntimas, […]
“Andrógino” é uma obra que desafia convenções e celebra a fusão das dualidades. Formas fluidas e simétricas se entrelaçam, criando uma figura que transcende gêneros, simbolizando equilíbrio e unidade. Tons suaves encontram contrastes marcantes, refletindo a harmonia entre força e delicadeza. É uma peça que convida o espectador a repensar limites, abraçar a diversidade e […]
O título, “Hortência”, homenageia não apenas a beleza efêmera da flor, mas também sua resistência simbólica, capaz de florescer mesmo em solos difíceis. A obra é um convite a contemplar a natureza como um espetáculo de fragilidade e força, onde cada pincelada é um tributo à impermanência e ao esplendor do efêmero.
Caminho com pedras que levam ao pôr do sol de uma paisagem de árvores de pinheiros.
“CAOS” apresenta-se como uma explosão de energia visual, onde as cores e formas se entrelaçam de maneira intensa e imprevisível. O olhar é conduzido por linhas negras que serpenteiam pelo espaço pictórico, fragmentando e conectando manchas vibrantes de azul, vermelho, verde, amarelo, marrom e branco. Não há uma ordem evidente, mas sim um conflito contínuo […]