Descrição
Garças a deriva sobre as margens do rio.
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Garças a deriva sobre as margens do rio.
| Dimensões | 16 × 14 cm |
|---|---|
| Técnica | Acrílica sobre cuia |
| Material | Cuia |
| Local | Santarém – PA |
Caminho com pedras que levam ao pôr do sol de uma paisagem de árvores de pinheiros.
“Em Vigia” é uma obra inquietante e hipnótica que nos mergulha em um universo de olhares sobrepostos, múltiplos e atentos. A tela é dominada por dezenas de olhos, cada um emoldurado por linhas sinuosas, quase labirínticas, que se expandem em espirais coloridas e parecem pulsar, como se cada olhar emanasse sua própria energia, estabelecendo territórios […]
“CAOS” apresenta-se como uma explosão de energia visual, onde as cores e formas se entrelaçam de maneira intensa e imprevisível. O olhar é conduzido por linhas negras que serpenteiam pelo espaço pictórico, fragmentando e conectando manchas vibrantes de azul, vermelho, verde, amarelo, marrom e branco. Não há uma ordem evidente, mas sim um conflito contínuo […]
Uma tempestade de emoções capturada em pinceladas frenéticas, “Azul Revolto” é um mergulho nas profundezas do caos e da serenidade conflitantes. Tons de azul — do céu pálido ao abismo oceânico — entrelaçam-se em camadas espessas, como ondas que se chocam contra um céu invisível. Traços brancos e prateados cortam a composição, lembrando relâmpagos ou […]
O título, “Hortência”, homenageia não apenas a beleza efêmera da flor, mas também sua resistência simbólica, capaz de florescer mesmo em solos difíceis. A obra é um convite a contemplar a natureza como um espetáculo de fragilidade e força, onde cada pincelada é um tributo à impermanência e ao esplendor do efêmero.
Caminho com pedras que levam ao pôr do sol de uma paisagem de árvores de pinheiros.
“Peixe de Escama” é uma obra que une pintura e elementos naturais, criando um diálogo sensível entre a arte e a matéria orgânica. O corpo do peixe, meticulosamente formado por folhas secas, revela uma textura única que remete à passagem do tempo e aos ciclos da natureza. Cada folha, com sua fragilidade e beleza própria, […]
A dama de vermelho aprecia a noite de Van Gogh, em contemplação externa e interna.